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terça-feira, 22 de abril de 2008

Cadê o sentimento?

Neste mundo louco, ninguém mais parece saber o que é viver em sociedade. Cada um se preocupa consigo e o resto que se vire. Não existe mais aquela conversa no portão, aquela amizade entre vizinhos. Falta até amor de pai, amor de mãe, amor de filho. De repente estamos em um mundo que não estamos preparados para enfrentar e, talvez por isso, preferimos fechar os olhos aos acontecimentos, aos outros seres humanos e recheamos nossas vidas com coisas pequenas e antes insignificantes.

5 comentários:

FRANCINE ESQUEDA disse...

Verdade! Há hoje espaço demais para coisas tão insignificantes...
Ainda bem que ainda tem gente que pensa como a gente! Eu também me preocupo...
Obrigada por sua visita! Volte sempre!
Eu vou voltar! Parabéns pelo blog!

Henrique Artur Wint disse...

Preocupar-se consigo não é tão ruim, aliás seria interessante se ocorrese no Brasil, veja o caso da menina atirada do prédio, todo mundo tem se preocupado tanto com isso que essa preocupação acabou transformando-se em hipocrisia em demasia.

jaime disse...

Na própria família começa a falta de diálogo. Cada comodo da casa tem uma televisão e a mesa da cozinha já não é o lugar onde todos se reunem.
Cada um vive em seu isolamento apesar de viverem perto...
O resultado é o que temos à toda hora no noticiário.

Nilson Barcelli disse...

Gostaria que vc não tivesse razão, mas infelizmente tem...
A nossa vida é cada vez mais "governada" por valores onde a importância do sentimento é diminuta.

Bfs, beijinhos.

Cecilia Barroso disse...

Pois é, é triste mais é verdade, infelizmente.

Acho, pelo contrário, Henrique, que a história da menina foi mais uma conseqüência do individualismo daqueles que fizeram isso com ela e esta repetição da história, todos os dias e horas, é boa para os interesses individuais dos donos de televisão. Não houve nem um cuidado com as outras crianças, que ficaram expostas a essa barbaridade no café da manhã, no almoço, nos plantões especiais no meio da tarde e hoje têm medo de seus pais e madrastas.

Às vezes penso que estamos chegando a um pior momento para depois recomeçarmos melhor. E é assim, a única esperança é de que um dia tudo isso melhore.

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