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segunda-feira, 28 de abril de 2008

Vácuo

Agonia, medo, sono, ansiedade, saudade, solidão
No vazio das horas, são estas as minhas companhias
Com elas converso sobre o nada
Crio uma lógica inexistente e incompleta
Penso na insignificância de tudo
Sinto as palavras querendo explodir ao primeiro piscar de olhos
Até a noite se cala
Para que as coisas possam fazer menos sentido
E os sentidos percebam o abstrato

3 comentários:

Dourado disse...

Queria responder com uma poesia,

mas,

o melhor pruma poesia é o aplauso.

Deivson Furtado disse...

Olá Cecília,
Gostei muito de Vácuo, ele é de sua autoria? Ficou muito bom!

Parabéns pelo blog!

=]

Cecilia Barroso disse...

Oi, Deivson!
Tudo que está escrito aqui fui eu quem escrevi sim...
;)

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