Adoro essa falta que você me faz quando estou longe
As muitas ligações diárias e as nossas despedidas telefônicas antes de embarcar
Gosto de sentir seu cheiro e saber que você se arrumou todo só pra mim
O jeito como me olha e, mesmo sem querer, me provoca
Nossos projetos ainda não realizados
E a espera pelos dias marcados
Sua voz, seu sorriso, seu abraço e como está sempre cuidando de mim
Nosso jeito de dançar juntos, a sua e a minha implicância, seu ciúme e, principalmente, o nosso beijo perfeito
Com você no pensamento, espero pelo momento de te reencontrar
E estar em seus braços mais uma vez
O saber juntar palavras é uma arte. Todos nós sabemos... Alguns, como eu, produzem muito, mas têm vergonha de mostrar. Essa é uma tentativa de liberação. Será que vai?
domingo, 15 de maio de 2011
terça-feira, 23 de novembro de 2010
O que fazer?
O que fazer se um dia é amor e no outro já não é nada?
O que fazer quando o seu medo do desconhecido toma conta de tudo que ainda está por vir?
O que fazer com todo esse amor que eu tenho dentro de mim se não sei se você quer recebê-lo?
O que fazer quando o seu medo do desconhecido toma conta de tudo que ainda está por vir?
O que fazer com todo esse amor que eu tenho dentro de mim se não sei se você quer recebê-lo?
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Dois
Dois! Tem que ser os dois!
O tempo parece não passar quando se trata dessa história. A loucura e o desespero continuam o mesmo.
É sempre bom, é sempre muito
Mas é tanto que nenhum dos dois sabe muito bem o que fazer com aquilo tudo.
Eles metem os pés pelas mãos, falam e não escutam
Tentam arrumar significado para coisas que seriam banais, se fosse um outro casal
Não têm paciência para começar uma história que, ainda que seja antiga, nunca teve a chance de acontecer
Se perdem na própria ansiedade, no medo, na culpa e na mágoa.
E deixam de viver aquilo que é o melhor dos dois
E que só vai aparecer, no dia em que eles se permitirem estar realmente juntos.
O tempo parece não passar quando se trata dessa história. A loucura e o desespero continuam o mesmo.
É sempre bom, é sempre muito
Mas é tanto que nenhum dos dois sabe muito bem o que fazer com aquilo tudo.
Eles metem os pés pelas mãos, falam e não escutam
Tentam arrumar significado para coisas que seriam banais, se fosse um outro casal
Não têm paciência para começar uma história que, ainda que seja antiga, nunca teve a chance de acontecer
Se perdem na própria ansiedade, no medo, na culpa e na mágoa.
E deixam de viver aquilo que é o melhor dos dois
E que só vai aparecer, no dia em que eles se permitirem estar realmente juntos.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Volúvel
- Neguinha, você sabe que eu te amava há 10 anos atrás, né?
- Sei sim.
- Agora você vai ter que conquistar esse amor de novo.
- Prometo que vou me dedicar muito.
- Eu estou falando sério.
- Eu também.
Dois dias depois, eles não se falavam mais.
De novo...
- Sei sim.
- Agora você vai ter que conquistar esse amor de novo.
- Prometo que vou me dedicar muito.
- Eu estou falando sério.
- Eu também.
Dois dias depois, eles não se falavam mais.
De novo...
terça-feira, 21 de setembro de 2010
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